AS TRÊS VOZES QUE IMPEDEM O SUCESSO.

Sempre que pensamos em sucesso, pensamos em atitude que devemos ter para alcançar o sucesso ou a realização pessoal.

Gosto de ensinar que sucesso não é fama e nem riqueza, mas sucesso é cumprir a missão a que foi designado. Temos uma missão que devemos cumprir, e quando sabemos qual é a nossa missão e a buscarmos com toda a dedicação e realizá-la, assim estamos caminhando atrás do nosso sucesso.

Uma missão só é bem sucedida ou só é um sucesso quando completada, mesmo que ao completá-la estejamos cansados, feridos e exaustos.

Mas como fica então a fama e a riqueza, esse dois pontos não são o mais importante e nem serão os objetos da nossa busca.

Não devemos escrever um livro com o intuito de sermos famosos ou ficarmos ricos com o livro publicado, mas sim com o desejo de cumprir nossa missão, ao escrever um livro nosso primeiro desejo deve ser compartilhar as coisas que aprendemos, outro é que as pessoas que lerem sejam fortalecidas e inspiradas para a vida.

Caso nossa dedicação seja contemplada com a fama ou a riqueza, isso será apenas consequência do nosso trabalho. A verdadeira recompensa pelo esforça na missão, será das pessoas inspiradas e fortalecidas.

Imagine seu filho, quando decidimos ter um filho, qual é nossa motivação? Que ele nos traga fama ou riquezas? Ou que ele nos traga satisfação? Certamente todos responderemos que temos filhos pela alegria que nos trazem e não pelas coisas que nos podem trazer.

Definido então o que é sucesso quais seriam as vozes que podem impedir de alcançá-lo?

Para qualquer área da nossa vida sempre vamos nos deparar com essas vozes: a voz do interior, a voz exterior e a voz das circunstâncias.

A VOZ DO INTERIOR

Nosso primeiro grande inimigo e mais feroz é a voz do nosso interior, nosso maior adversário é a voz da razão, da racionalização a voz que mede nossas intenções e indica as possibilidades das falhas e erros.

Talvez você esteja perguntando que voz é essa, eu te responde é essa mesmo que está falando enquanto você lê.

Devemos sempre mantê-la ativa, ela é como o contrapeso, balança sempre ao contrário do nosso movimento instintivo, ela deve sempre ser respeitada.

Certamente todos já nos livramos de muitas situações ruins por dar atenção a essa voz. Sim dar a devida atenção é muito importante, mas ela pode ser prejudicial se estivermos com complexos e baixa estima.

E como todas as pessoas do mundo possuem esses fatores de desequilíbrio, por que ninguém é totalmente saudável emocionalmente, começamos a dar um super atenção a essa voz.

Começamos a deixar que ela tome conta da nossa vida, precisamos sempre ponderar e ver os balanços das nossas decisões.

Uma pessoa que sempre é dirigido pela voz interior apesar de aparentemente parecer lúcida e ponderada, pode estar sofrendo de improdutividade, essa pessoa passa a agir com medo.

A voz interior decifra todas as coisas em oito ou oitenta, ela vai nos levar a uma vida de regras secas, um trajeto sem riscos, uma vida de tanta segurança que certamente não teremos grandes realizações.

Todos os inventores e grandes realizadores souberam enfrentá-las, souberam agir com equilíbrio entre ouvir seus conselhos e ponderá-los antes de qualquer prática. Devemos desafiar a voz interior e ousar um pouco mais.

Existe uma linha muito fina entre medo e prudência; medo te trava, prudência faz com que caminhe com passos seguros. Se você está travado em alguma área de sua vida por estar ouvindo a voz interior então você está com medo.

Liberte-se do medo e viva com prudência.

Para vencermos a voz interior precisamos, ter uma visão específica do que queremos; entender a nossa missão e sempre verbalizarmos o que queremos e qual é nossa missão, como que fosse um ato de auto-convencimento. Os pensamentos realizador sempre são confrontados pela voz interior, assim devemos dar a ela um dose de informação externa, passaremos a pensar no que estamos dizendo.

A VOZ EXTERIOR

Vencida a voz do interior devemos enfrentar outra voz, a do exterior.

Essa voz é mais fácil de ser percebida, ela vêm de amigos, familiares, pessoas que nos amam ou de pessoas que não nos amam.

Vencido a voz interior passamos a ter auto confiança, a acreditar em nós mesmos, passamos a ser mais arrojados, decididos, a arriscar mais e principalmente, passamos a aprender mais, aprendemos com os acertos e muito mais com os erros.

Mas quando começamos a praticar nossos planos e buscar a realização da nossa missão, vamos nos deparar com a voz exterior.

Você já reparou que normalmente as pessoas estão mais prontas para nos manter para baixo do que para nos levantar? Que existem mais pessoas para desanimar do que para animar? Que sempre tem mais gente para furar nosso balão do que para inflá-lo? Por que será?

A resposta é que a maioria das pessoas são dirigidas por sua voz interior, da baixa realização e sempre que alguém ousa flutuar um pouco mais alto que o dito “normal” essa atitude incomoda.

Não entenda que as pessoas nos querem mal, na verdade elas nos querem bem, só que esse excesso de prudência mata a criatividade e a realização.

Devemos sempre ouvir os conselhos dos que estão próximos de nós, as experiências dos que passaram pelos caminhos que queremos passar, mas ouvir não significa agir conforme esses conselhos; devemos sempre tomar nossas próprias decisões, ter as nossas experiências.

Como pais, não queremos que nossos filhos sofram o que sofremos, assim geramos uma redoma de proteção e os impedimos de terem desprazeres, dores e sofrimentos. Eles crescem sem anticorpos sociais, não sabem decifrar os caminhos da vida, não sabem medir as consequências, assim uns sempre quebram a cara depois de adulto e outros nunca realizam nada.

Você já reparou que nos vídeos postados na internet de acidentes engraçado, (ou nem tanto), sempre tem um idoso que tenta fazer algo que aparentemente não têm habilidade para fazer, como subir em uma mesa para dançar? Ele sempre cai e feio, provavelmente quando criança nunca deixaram que subisse na mesa para dançar, assim sem experiências anterior e tomado pela embriaguez do momento quer fazer o que nunca fez e se dá mal, isso é ruim. Pior ainda mesmo, é situação dos outros idosos que nunca subiram na velhice e nunca subiram na juventude e nem tem nenhuma experiência de como seria aquela sensação.

Sempre que impedimos os pequenos de terem suas experiências, roubamos momentos de suas vidas, somos feitos de acertos e erros, nossas experiências são amadurecidas assim.

A voz externa está ai e sempre estará tentando roubar suas experiência, dizendo cuidado você pode errar, você pode cair. Vá enfrente, erre, caia, aprenda, viva, tenha sua própria experiência e depois se der errado, ria dos seus próprios erros, isso lhe fará bem e te fortalecerá.

“Liberte-se da vida chata de ter passado pela vida e não tê-la vivido.”

A VOZ DAS CIRCUNSTÂNCIA

Vencido a voz interior e superado a voz exterior, devemos desafiar a voz da circunstância.

As situações aparente os momentos adversos sempre falam alto em nossos ouvidos da emoção.

Acreditar em si mesmo é o maior passo que devemos dar, vencer as criticas e comentários é um diferencial, mas como fazer isso se as circunstâncias estão adversas? Acreditar que algo pode dar certo quando tudo está ao contrário é muito difícil.

Imagine um velejador preparando seu barco para tirá-lo do cais vendo no horizonte uma tempestade se formando. Nessa hora muitos recolhem a vela, mas a pessoa bem sucedida vence a voz interior, vence a voz exterior, vence a voz da circunstância e desamarra a corda que prende sua embarcação e vai atrás da sua experiência.

Imagine se todos os inventores tivessem desistido! Você não estaria lendo esse artigo agora.

Precisamos ler as circunstâncias, ponderar se devemos ou não, desamarrar os nós do medo com prudência e navegar para onde é nosso alvo, nossa visão, nossa missão.

Essa foi e têm sido minha experiência.

Oficializei minha empresa no início da crise de 2008, cortei os nós que me prendia a um emprego estável e naveguei por águas turvas. Escrevi meu segundo post 12 de Dezembro de 2008 com esse tema PONTES SOBRE AS ÁGUAS AGITADAS, e em Janeiro de 2009 escrevi 2009 TERRA EM QUE CUIDA O SENHOR, quando decidi caminhar em direção do meu sonho, do meu propósito e da minha missão, pontes foram colocadas sobre as águas, e os vales e montes foram nivelados.

As circunstâncias são um forte agravante para fazer você parar, mas isso não pode te impedir.

Meu conselho não é que você seja um desvairado, inconsequente, que não deva ponderar a voz interna, a voz externa ou a voz da circunstância. Meu conselho é que você enfrente o medo, a insegurança e busque realizar e realizar-se.

Mas como saber se o que quero deve ser perseguido ou não, se devo ou não ouvir e dar atenção as vozes e saber que devo enfrentá-las ou ponderá-las.

Para isso basta passar seus sentimentos de realização pelo crivo frutífero da vida. O crivo frutífero da vida é; o que é bom deve ser semeado o que é ruim retirado. Pare e pense, o que quer fazer é bom para você, será bom para sua família e será de validade para a humanidade? Então vá enfrente, esse sonho veio do coração de Deus e tem tudo para dar certo, sua parte é só persistir e lutar.

O crivo frutífero da vida é o Amor.

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10 razões que fazem a sua empresa perder talentos.

Gostei desse artigo que encontrei no site http://www.pequenoguru.com.br

Toda empresa quer funcionários mais talentosos. Para isso, investe pesado em recrutamento & seleção, cria programas de incentivo, participação nos lucros, plano de cargos e salários e uma série de outras coisas com o objetivo de reter os melhores profissionais. Mas as coisas não são simples assim.

Vivemos em um mundo onde as pessoas abrem mão de ganhar mais para trabalhar em um ambiente mais agradável. Se você é empresário e não está se esforçando para criar um bom ambiente de trabalho, provavelmente está perdendo dinheiro com a alta rotatividade, baixo nível de comprometimento dos colaboradores e a desmotivação. Se você entrevistasse todos os seus funcionários considerando que eles estivessem impossibilitados de mentir,  e perguntasse “você se vê trabalhando nesta empresa daqui a 1 ano?”, é quase certo que mais da metade responderia que não (70% segundo uma pesquisa). Eu estou quase certo que gestores e empresários não fazem ideia da gravidade da situação.

De qualquer forma, eu já falei tudo que tinha para falar sobre empresas que perdem bons funcionários em outro artigo, então desta vez serei mais prático. Listarei as 10 razões que fazem os seus melhores funcionários deixarem a sua empresa, baseado nas razões de Mike Myatt, um consultor de liderança de grandes empresas americanas.

 1. A empresa falhou em despertar paixão

 O primeiro mês de trabalho costuma ser desconfortável, mas o que esse momento tem de desconforto também de motivação. Um novo emprego deixam as pessoas naturalmente motivadas, com a cabeça cheia de ideias e com a motivação lá em cima. Afinal das contas, é preciso provar que você é tudo aquilo que está no seu currículo. É preciso tirar proveito desse momento alinhando paixão pessoal com missão empresarial. Entender isso e utilizar a paixão de cada um a favor da empresa é essencial para criar um ambiente fértil em que as pessoas sintam que há uma razão para estarem ali além do contra-cheque

 2. A empresa falhou em desafiar o seu intelecto

 Profissionais talentosos se entediam facilmente com a mesmice, e pior, se sentem ofendidos com atividades que qualquer pessoa poderia fazer. Estudos da Gallup e da Society for Human Resource Management mostram que poder usar habilidades em que nos consideramos bons é uma das maiores fontes de prazer no trabalho. Um ótimo designer cuja ideias são limitadas pelo chefe perderá a motivação rapidamente. Isso também reforça a premissa que os valores das empresas e os valores pessoais dos profissionais precisam estar alinhados, um profissional menos qualificado (logo, menos exigente) tem mais chances de permanecer em uma empresa menos exigente.

 3. A empresa não estimula a criatividade

 Profissionais talentosos não simplesmente realizam tarefas, eles agregam valor a elas, mudam uma coisinha aqui e outra ali que melhoram o resultado final. Talento tem a ver com mudança e inovação, e isso não está limitado aos negócios. Grandes advogados usam abordagens diferentes das convencionais e médicos implementam pequenas técnicas que melhoram a recuperação dos seus pacientes. A empresa precisa mais do que está aberta a novas ideias e novo jeitos de fazer as coisas, precisa depender delas.

 4. A empresa não desenvolve habilidades

Grande parte do prazer de trabalhar envolve usar habilidades (pontos fortes), aprimorar e desenvolver outras. Quando a empresa proporciona isso, fortalece a relação com o funcionário. Infelizmente, são poucas empresas que oferecem esse tipo de crescimento. Talvez por medo que, uma vez mais capacitado, ele deixe a empresa. É uma possibilidade, mas sem isso será uma certeza.

 5. A empresa não dá voz

 Qual o propósito em ter os melhores profissionais se você não os deixa falar? Ou não está aberto a suas ideias e opiniões? Boas ideias podem ser mortas em minutos, mas o sentimento que fica não desaparece tão cedo e com certeza pode por em risco a relação empresa-funcionário.

 6. A empresa não se importa

 Quando os funcionários percebem que o chefe (e o chefe do chefe) não se importa, eles também passam a não se importar. Para que esquentar a cabeça quando quem está lá em cima — ganhando mais do que você para isso — não dá a mínima? Então, a produtividade cai, o orgulho desaparece e novos caminhos passam a ser considerados. Grandes profissionais não trabalham só pelo contra-cheque, trabalham por um sentido. Descubra que sentido é esse.

 7. A empresa não lidera

 O fracasso de um produto, o erro grave em um projeto, produtividade baixa… nada disso pode ser justificado por qualquer outra coisa que não seja má liderança. Aliás, pode ser justificado sim,  empresas ruins fazem o tempo todo. Talentos gostam de trabalhar com gente que inspira, que contribui, que dá o exemplo, eles são pessoas ambiciosas e com alto senso de urgência, por isso buscam aprender com quem já está lá. Porém, são rápidos em reconhecer um mau exemplo e raramente se submetem a eles.

 8. A empresa não reconhece contribuições

 Uma coisa leva outra, e má liderança leva chefes a guardarem todo o crédito para si. Você sabe que fez um bom trabalho, o seu chefe sabe, talvez seus colegas saibam, mas ninguém mais na empresa sabe. Isso é frustrante. Não reconhecer um bom trabalho sendo grato ou fazendo todo mundo saber que foi você quem fez, é uma das grandes razões que fazem as pessoas procurarem outro lugar. Grandes profissionais não precisam ter seu ego inflado todos os dias (eles costumam ser auto-confiantes), eles apenas não toleram injustiça.

 9. A empresa não aumenta as responsabilidades

 Quem disse que todo mundo reclama de ganhar mais responsabilidades no trabalho? Se elas vierem acompanhadas de mais autonomia e desafio, as pessoas não irão reclamar. (Nota: só é desafio se elas também verem dessa forma.) Dar mais responsabilidades é um tipo de reconhecimento pelo bom trabalho, desde que humanamente colocado dessa forma. Grandes profissionais desejam mais responsabilidades para que possam entregar mais resultados e crescer.

 10. A empresa não honra acordos

 O mínimo que se espera é que se possa confiar na empresa em que trabalha. Não cumprir o que se promete é inaceitável e irá reduzir o respeito do funcionário com a empresa de uma forma incrivelmente rápida.

 Profissionais talentosos são mais dedicadas e cheias de ideias, mas também são mais exigentes e intolerantes com empresas que não atendem suas expectativas. Talento tem tudo a ver com querer mudar, agregar e ir mais longe, eles são não-conformistas e odeiam ser medíocres. Toda empresa quer talentos, mas poucas estão realmente preparadas para recebê-los. A sua está?

Você não está aqui por acaso.

“A verdadeira alegria não provém da facilidade, ou das riquezas, ou do elogio dos homens, mas de fazer algo que realmente valha a pena”.

Alfred Grenfell

Não somos acidentes ou casualidade, temos um forte motivo para estarmos aqui.

Nossa origem existencial não é mera coincidência.

Independente da forma de pensamento de vida que adotemos, temos em nosso coração o sentimento de termos sido criados para dar certo, não fomos criados para o fracasso e sim para o sucesso.

Mas por que existem pessoas que vivem uma vida emocionalmente fracassada?

Isso é pelo fato de que desconhecem que foram criadas para dar certo.

Existe sim um propósito em nossa vida, existe sim uma razão clara porque estamos aqui, e quando entendemos e descobrimos qual é esse propósito, podemos então iniciar uma trajetória de crescimento e de sucesso que está diante de nós, mas se não encontrarmos as placas certas que nos conduzirá ao propósito de nossa vida, não atingiremos o nosso melhor.

Precisamos acreditar que temos sim algo para realizar nessa vida e que assim vamos deixar algum legado para as gerações futuras.

Existe dentro de cada um de nós um desejo de realização e essa realização certamente melhorará a vida de muitas pessoas.

Para um pouco e pense. O que realmente você gostaria de fazer em sua vida? Ou talvez, se não precisasse mais trabalhar em que gastaria seu tempo? Com qual afazer? Bem provavelmente já tenha respondido qual é sua razão de existência.

Assim como a laranjeira existe para produzir laranja e isso com certeza a deixar satisfeita e realizada, você existe para realizar as coisas que pensou e te dá satisfação.

Mas se o motivo da sua existência não pode te sustentar financeiramente, desenvolva-o de forma voluntária. Exerça sua satisfação para que seu ciclo de existência seja completo.

Jesus Cristo estando crucificado e minutos antes de morrer disse a maior frase que alguém poderia dizer: “Pai! Está consumado”. Isso simplesmente significa, que o motivo dele ter vindo ao mundo Ele cumpriu. Fez o que Lhe era devido, o que o Pai esperava dele

Você tem algo para cumprir aqui, algo para fazer ou realizar, esse algo é o que faz seu coração vibrar, então vamos lá, exerça sua razão de existência hoje e sempre e auto-satisfaça.

Extraído do livro: Seja uma Pessoa Melhor em Trinta dias – Silvio Fernandes 2012